<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341</id><updated>2011-04-21T12:54:45.301-07:00</updated><title type='text'>cc1revistasfemininas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116612880240241006</id><published>2006-12-14T12:35:00.000-08:00</published><updated>2006-12-14T12:40:02.416-08:00</updated><title type='text'>Ideal de beleza difundido pelos mass-media, pela publicidade e pela moda -</title><content type='html'>Ideal de beleza difundido pelos mass-media, pela publicidade e pela moda -&lt;br /&gt;a moda como principal causa da doença do comportamento alimentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma relação óbvia entre os mass-media, com a sua utilização da publicidade, e a moda.&lt;br /&gt;Sabe-se que nos dias de hoje, as várias empresas e respectivos clientes usufruem permanentemente dos meios de comunicação, no caso aqui estudado, da publicidade, com um fim persuasivo. A publicidade torna-se num elemento essencial para atrair qualquer clientela.&lt;br /&gt;Desta forma, e sabendo que o impacto da publicidade na sociedade moderna tem-se vindo a tornar cada vez generalizado e poderoso, as empresas ou indivíduos que estão ligados ao mercado da moda, recorrem ao método publicitário. &lt;br /&gt;No entanto, esta gigante influência publicitária está de mãos dadas com as tendências, escolhas e gostos idealizados pela sociedade. Têm provavelmente uma ligação paradoxal: será que é a publicidade que impõe as tendências na sociedade ou será a sociedade a ditá-las para serem exploradas e usadas como método persuasivo da publicidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idealização da moda tem vindo a transformar-se num fenómeno curioso para os sociólogos e não só. As campanhas publicitárias apostam cada vez mais numa publicidade que toque nos mais profundos desejos e ideais dos clientes. E que desejos são esses?&lt;br /&gt;Se antes os ídolos da juventude eram os desportistas e actores de cinema, hoje são as modelos. Todas as atenções estão na sua direcção, e elas exploram todos os luxos a que têm direito: aviões particulares, tapetes vermelhos e festas do high society.&lt;br /&gt;Para muitos adolescentes, a vida de modelo torna-se num ícone de felicidade: beleza, fama, êxito e dinheiro. Isto são, para muitas jovens, os mais intrínsecos desejos para alcançarem uma vida feliz.&lt;br /&gt;A questão que aqui está patente é a da hierarquia de valores. Se para a maior parte das adolescentes a felicidade reside num “exterior”, no aspecto físico e material, outros (e talvez os mais acertados) aspiram a valores anímicos do homem, aos espirituais, como ideal de felicidade.&lt;br /&gt;É por vivermos numa civilização da imagem que são lançados rígidos cânones de beleza apresentados por alguns modelos publicitários.&lt;br /&gt;O facto de estes ícones de beleza serem bastante inacessíveis influencia as mentes mais ambiciosas ou inseguras, trazendo consequências ao nível comportamental. Isto é, a adolescente manipulável acredita facilmente no tipo de propaganda “ser muito magra é que é! Só assim és aceite.” E inicia uma corrida desenfreada para conseguir o que esta publicidade vende, que é afinal de contas a “felicidade”.&lt;br /&gt;A figura feminina mais atraente desenhada pela publicidade é a da magreza extrema. Esta, pode designar-se como a origem do comportamento da jovem: a anorexia ou a bulimia. &lt;br /&gt;Esta doença de raiz psicológica revela-se a partir de uma distorção mental do próprio corpo que corresponde a uma falsa percepção de si mesma, na medida em que uma pessoa se ache “gorda” e, consequentemente, rejeitada, por muito magra que esteja.&lt;br /&gt;O visual anoréctico é defendido pela moda heroine-chic à medida que as modelos aparecem consecutivamente em revistas, na televisão e nas passerelles , sob uma magreza excessiva, ao ritmo de passos diagonais como que desequilibrados. Esta moda está relacionada com a droga, como o próprio nome indica, sendo que se descobriu que muitas modelos se sentiam mais bonitas e trabalhavam melhor sob os efeitos de heroína. Este padrão anoréctico e toxicómano da moda trouxe consigo mortes nas passerelles e despertou a preocupação de muitos representantes da moda, designers e estilistas. A campanha publicitária da “Dove”, foi, entre outras, um exemplo de manifestação contra esse look. Fizeram posar mulheres coloridas, saudáveis, rechonchudas e imperfeitas aludindo a um conceito de felicidade que pode ser atingido pelo caminho mais certo. &lt;br /&gt;Coloca-se, no entanto, uma questão inevitável: será a publicidade culpada por estes comportamentos desviantes e derivados da imagem de um “sonho de mulher” defendida e esboçada pelos meios de comunicação? O mais acertado é que o receptor de todo este poder publicitário não deixe que estes “novos valores” colidam sequer com os seus, quanto mais os substituam.&lt;br /&gt;Ao tomar consciência da dimensão devastadora que a publicidade da moda abarcou, foram tomadas algumas medidas preventivas de situações escandalosas como a morte de várias modelos anorécticas e jovens que as seguem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116612880240241006?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116612880240241006/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116612880240241006' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116612880240241006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116612880240241006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/12/ideal-de-beleza-difundido-pelos-mass.html' title='Ideal de beleza difundido pelos mass-media, pela publicidade e pela moda -'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116437591553246148</id><published>2006-11-24T05:39:00.000-08:00</published><updated>2006-11-24T05:45:15.540-08:00</updated><title type='text'>Audiências Tv</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3243/4046/1600/244380/13.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3243/4046/320/726692/13.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De 23 novembro&lt;br /&gt;Fonte: Marktest Audimetria, Mediamonitor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116437591553246148?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116437591553246148/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116437591553246148' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116437591553246148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116437591553246148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/audincias-tv.html' title='Audiências Tv'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116405074619760036</id><published>2006-11-20T11:20:00.000-08:00</published><updated>2006-11-20T11:25:46.206-08:00</updated><title type='text'>Crónica Quem TV - Dois Países por Paula Moura Pinheiro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3243/4046/1600/untitled.2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3243/4046/320/untitled.1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PAra ver artigo, clicar sobre a imagem&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116405074619760036?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116405074619760036/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116405074619760036' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116405074619760036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116405074619760036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/crnica-quem-tv-dois-pases-por-paula_20.html' title='Crónica Quem TV - Dois Países por Paula Moura Pinheiro'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116405019549156814</id><published>2006-11-20T11:15:00.000-08:00</published><updated>2006-11-20T11:16:35.493-08:00</updated><title type='text'>Trabalho de grupo - análise dos consumos relativos a revistas femininas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3243/4046/1600/vogue.1.2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3243/4046/320/vogue.1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O nosso trabalho de grupo pretende analisar quais os hábitos de consumo da população feminina de Portugal, relativamente às publicações direccionadas para este público.&lt;br /&gt;as revistas que iremos analisar são: Vogue, ELLE, Cosmopolitan, Máxima, Activa, Lux Woman, Happy&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116405019549156814?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116405019549156814/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116405019549156814' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116405019549156814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116405019549156814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/trabalho-de-grupo-anlise-dos-consumos_20.html' title='Trabalho de grupo - análise dos consumos relativos a revistas femininas'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116387098624514267</id><published>2006-11-18T09:28:00.000-08:00</published><updated>2006-11-18T09:29:46.256-08:00</updated><title type='text'>IS THERE A FAN IN THE HOUSE? THE AFFECTIVE SENSIBILITY OF FANDOM by LAWRENCE GROSSBERG</title><content type='html'>Ser um fã, marca uma relação muito diferente com a cultura,relação que parece apenas existir noâmbito da cultura popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como entendemos o que é ser um fã? A resposta mais fácil é aquela que nos diz que é tudo uma questão de quais as formas e relações com a cultura que são legitimadas dentro das relações existentes de poder. Assume-se que é tudo uma questão de satus e que não existe marca que diferencie o fã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é que torna a cultura popular, popular?&lt;br /&gt;Serão critérios ascetéticos ou morais? A história demonstrou-nos que os textos movem-se dentro das categorias&lt;br /&gt;Serão uma questão de onde vêm o texto, como e por que foi produzido? &lt;br /&gt;A questão é mais óbvia: aquilo que faz alguma coisa ser tão popular, é a sua popularidade, é uma questão de gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura popular é muitas vezes relacionada com os mais baixos e menos critícos segmentos da população. Estas audiências são vistas como fáceis de ser manipuladas e distraídas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As várias formas de cultura popular apelam as mais básicas necessidades e desejos da audiência, tornando-a mais passiva, ignorante e não-crítica.&lt;br /&gt;Os fans parecem ser incapazas de se aperceber, que a cultura que consomem, está a ser usada para explorá-los.&lt;br /&gt;Outros pensam que os fans, são apenas adolescentes à espera de crescer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A audiência de cultura popular pode ser dividida em 2 grupos:&lt;br /&gt; - O maior segmento é aquele que consome passivamente os textos da cultura popular&lt;br /&gt; - O menor segmento, apropria-se dos textos de cultura popular especifica e dá-lhes um novo significado&lt;br /&gt;Cada um destes segmentos, pode ser considerado como fans: os fans constituem uma fracção elitista da audiência de consumidores passivos&lt;br /&gt;Os fans estão sempre em constante conflito com as várias estructuras do poder, mas também com a vasta audiência dos consumidores de media&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensibilidade é uma forma particular de operação; identifica os diferentes efeitos que os elementos dentro de um contexto podem produzir; define a possibilidade de relação entre os textos e as audiências localizadas num espaço&lt;br /&gt;A relação de um fã com os textos culturais opera-se no domínio da do afecto ou estado de espiríto.  O afectoestá intimamente ligado ao que chamamos sentimentos de vida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O fanatismo situa-se na sensibilidade afectiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fans dividem o mundo em NÓS e ELES. Qualquer diferença pessoal, será sempre aumentada pelas diferenças através das quais distinguimos um fã.&lt;br /&gt;Todo o fã existe dentro de uma ideologia de autenticidade, embora as diferenças não precisem ser sempre iguais, e os quadros de ideologia possam variar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A categoria de fã não existiu sempre da mesma maneira, durante toda a situação histórica.&lt;br /&gt;O fã só pode ser entendido historicamente, situado num contexto de diferentes possibilidades de relação com a cultura.&lt;br /&gt;De verdade, qualquer pessoa é sempre fã de várias coisas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É na cultura de consumo que se estabelece a transição de consumidor para fã &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos de energia que o fã faz, em certas práticas, resultam sempre num retorno do investimento através de outras relações: sob a forma de uma próxima produção de energia; por colocar o fã numa posição em que julga ter contolo sobre a sua vida; por fazer o fã sentir-se vivo.&lt;br /&gt;O investimento do fã em certas práticas e textos dá-lhes estratégias para sentirem um certo controlo sobre a sua vida afectiva, o que lhes permite investir em novas formas de prazer e identidade, para lidar com a dor, o pessimismo, frustração, alienação, terror e aborrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fanatismo é o estado de optimismo , apaixonado, necessário para criar condições para lutar para mudar as condições de vida de uma pessoa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116387098624514267?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116387098624514267/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116387098624514267' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116387098624514267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116387098624514267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/is-there-fan-in-house-affective.html' title='IS THERE A FAN IN THE HOUSE? THE AFFECTIVE SENSIBILITY OF FANDOM by LAWRENCE GROSSBERG'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116385636350322344</id><published>2006-11-18T05:21:00.000-08:00</published><updated>2006-11-18T05:26:03.506-08:00</updated><title type='text'>Share e Rating - texto de Eduardo Cintra Torres</title><content type='html'>Eduardo Cintra Torres&lt;br /&gt;Mudar do "Share" para o "Rating" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu proponho que os jornalistas da imprensa diária, semanal e especializada substituam na quase totalidade as suas referências ao "share" pelos valores dos "ratings".&lt;br /&gt;O "share" é um valor comparativo. Permite verificar quais os canais e os programas que obtiveram - no mesmo momento ou no mesmo dia - uma preferência em relação aos outros programas do momento ou do dia. O valor de referência é a totalidade das pessoas que estavam com o televisor ligado naquele instante ou naquele dia. Por exemplo: Os Segredos de Verónica - Reposição (TVI, quinta, 27) teve um fantástico "share" de 30,5 por cento. Mas quantos o viram? O "share" não contém em si qualquer valor absoluto de audiências. Nada indica sobre a quantidade de pessoas que viu TV naquele momento ou naquele dia. Desta forma, um "share" alto pode corresponder a uma audiência de 23 mil pessoas. Foi esse o "rating" dos tais Segredos de Verónica, exibido às quatro da manhã.&lt;br /&gt;Dado que relaciona uns programas contra os outros, o "share" é uma forma de avaliação importante para os próprios operadores de TV. Serve como ferramenta para se saber que as preferências das audiências se inclinaram mais para este programa do que para aquele, se inclinam mais para este canal do que para o outro. Nesse sentido, é um valor útil para os observadores. Por exemplo, o crescimento da oferta alternativa - que se faz roubando-se espectadores aos canais tradicionais - constata-se melhor através do "share".&lt;br /&gt;Não quero diminuir o valor do "share": a própria democracia política traduz-se no "share" dos partidos no Parlamento. Mas o "share" induz análises deformadas. O que realmente interessa na audimetria é o número de pessoas que vêem os programas. Esse valor é dado pelo "rating" (aquilo a que propriamente poderemos chamar a audiência de um programa) e é iludido se apenas se usar o "share". O "rating" é o número médio de pessoas que viram certo programa ou canal. Com os "ratings" também podemos comparar uns programas com os outros - e melhor, pois sabemos realmente quantas pessoas viram um programa.&lt;br /&gt;Os "ratings" exprimem-se em números absolutos de espectadores dum universo (no caso português, as pessoas com 4 anos ou mais do continente). Em percentagem desse universo, o "rating" transforma-se em audiência média. Os "ratings" dão a dimensão verdadeira da audiência. De facto, não é a mesma coisa dizer-se que um programa teve um "share" de 30,5 por cento ou que esse mesmo programa foi visto por 23 mil espectadores. No primeiro caso, ficamos com uma noção de grandeza que contagia o que pensamos do número absoluto de espectadores.&lt;br /&gt;Estes exemplos de quinta-feira 27 podem ser úteis para se compreender como é diferente usar o "share" quase em exclusivo e usar-se a comparação com o número absoluto de espectadores. Por exemplo, o Telejornal da RTP1, com metade do "share" da novela Um Anjo Caiu do Céu, da SIC, tem o dobro do "rating". &lt;br /&gt;Programa Share Rating&lt;br /&gt;Praça da Alegria 18,0% 100 500&lt;br /&gt;SIC 10 Horas 38,5% 286 600&lt;br /&gt;Big Brother - Compacto Manhã 28,9% 378 600&lt;br /&gt;Um Anjo Caiu do Céu 44,0% 376 400 &lt;br /&gt;Telejornal 24,7% 825 000&lt;br /&gt;Jornal da Noite 28,2% 913 500&lt;br /&gt;Jornal Nacional 40,0% 1351 800&lt;br /&gt;Os serviços noticiosos das 20h00 são indicadores do que são realmente as audiências: o "share" somado dos três canais é de 92,9 por cento; todavia, o "rating" foi de 3.089.300 espectadores, ou seja, 34,5 por cento dos portugueses do continente com 4 anos ou mais. A penetração directa de todos os telejornais é inferior a metade da população adulta.&lt;br /&gt;O facto revela a importância relativa da TV como fonte de informação, seja no conjunto, seja na singularidade de cada telejornal. Neste quadro de oferta e procura, é muito difícil a um qualquer mágico de TV-Oz impor pontos de vista a toda a população. Tal como na estória, logo se descobre que o mágico é um pobre diabo escondido atrás duma cortina.&lt;br /&gt;A divulgação publicitária do "share" serve em especial os interesses do operador que está em primeiro lugar. Terá sido a RTP, ainda com José Eduardo Moniz, a usar este termo de comparação, para provar como ainda mantinha a dianteira sobre a concorrência privada. Depois, à SIC também interessou usar o "share", para vincar a supremacia. Agora é a vez da TVI. Com o "share", "conseguem-se" maiorias avassaladoras que não existem.&lt;br /&gt;O "rating" é o que mais interessa numa análise séria das audiências - e também para os anunciantes. Os operadores de TV divulgam a sua propaganda em "share" para os jornalistas e a opinião pública, mas com os seus clientes trabalham com "ratings". É este valor absoluto que permite ao anunciante saber quantas pessoas viram o seu reclame - e é a partir dele que se faz a tabela de preços da publicidade dos operadores de TV.&lt;br /&gt;Tendo em conta que os programadores de TV avaliam a "qualidade" dos seus próprios programas pelo êxito de audiências, faz todo o sentido que lhes façamos a vontade e minimizemos a relatividade dos "shares" para atentarmos na brutalidade dos números absolutos de espectadores. Até porque os apocalípticos que dentro das suas cabeças vêem o povo como um rebanho hipnotizado pela TV poderão dormir mais descansados. Aquilo a que chamam "telelixo" não é visto senão por uma parte do "rebanho" que eles próprios gostariam de dirigir.&lt;br /&gt;Um passo atrás, um passo em frente&lt;br /&gt;Conforme referi numa crónica após os ataques terroristas, os repórteres dos vários canais americanos evitaram perguntar aos familiares das vítimas "o que sente". O apresentador da ABC Peter Jennings chamou-lhe a "pergunta mais idiota", uma "pergunta estúpida".&lt;br /&gt;Sem querer chamar nomes a ninguém, fica a referência para o facto de o correspondente da TVI nos EUA, Luís Pires, ter conseguido a proeza de fazer essa pergunta a luso-descendentes dos arredores de Nova Iorque. Será que ele não vê TV americana?&lt;br /&gt;Entretanto, uma das maiores estupidezes da história da televisão portuguesa desapareceu há uma semana dos ecrãs: por iniciativa unilateral do novo director de Informação da SIC, Alcides Vieira, o Jornal da Noite foi transferido das 19h56 para as 20h00. No dia seguinte, a TVI fez o mesmo. Aleluia! Não foi preciso auto-regulação aos molhos em papel azul, bastou bom senso numa cabeça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116385636350322344?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116385636350322344/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116385636350322344' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116385636350322344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116385636350322344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/share-e-rating-texto-de-eduardo-cintra.html' title='Share e Rating - texto de Eduardo Cintra Torres'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116385605950312394</id><published>2006-11-18T05:11:00.000-08:00</published><updated>2006-11-18T05:20:59.503-08:00</updated><title type='text'>Aula teórica - Conceito de Comunidade Imaginada</title><content type='html'>o conceito de comunidade imaginada foi pela primeira vez referido por Benedict Anderson.&lt;br /&gt;noção de comunidade imaginada: comunidade política imaginável (nem todas as pessoas se conhecem num país). Limitada e soberana (há governos que presidem a esta comunidade imaginada).  È uma comunidade que assenta na fraternidade, nível de profundidade do fraterno: ter consciência de nação: língua, espaço. governo; sabemos que os outros fazem parte dessa comunidade, através do capitalismo e da imprensa.   é um conceito moderno.&lt;br /&gt;-nação implica língua própria, Benedict liga a imprensa, à língua e ao capitalismo&lt;br /&gt;-imprensa: os primórdios da imprensa surgem com o fim do Latim&lt;br /&gt;-filiação de Benedict e mcLuahn: centralização dos Estados, língua comum, imprensa&lt;br /&gt;esta comunidade é constituída por cidadãos consumidores por públicos, por 1 audiência (leitores, espectadores)&lt;br /&gt;-partilha:solidariedade, construção através da língua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116385605950312394?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116385605950312394/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116385605950312394' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116385605950312394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116385605950312394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/aula-terica-conceito-de-comunidade.html' title='Aula teórica - Conceito de Comunidade Imaginada'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116379270397938778</id><published>2006-11-17T11:43:00.000-08:00</published><updated>2006-11-17T11:45:03.986-08:00</updated><title type='text'>Aula de Públicos relativa a Centros Comerciais</title><content type='html'>Os centros comerciais tiveram início no ano de 1985 em Portugal com o Centro comercial Amoreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes centros  obtiveram logo um enorme sucesso devido à sua inovação e fidelização. De modo a conheçer os seus Publicos, os centros comerciais adoptaram 1 métodos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- mall tracking - 1000 entrevistas realizadas semestalmente.&lt;br /&gt;- geo tracking -é utilizado menos vezes pois trata-se de 5000 entrevistas telefónicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Underhill, o público mais jovem é o mais assiduo nos centros comerciais e igualmente o mais consumidor .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116379270397938778?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116379270397938778/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116379270397938778' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116379270397938778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116379270397938778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/aula-de-pblicos-relativa-centros.html' title='Aula de Públicos relativa a Centros Comerciais'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116257909980970688</id><published>2006-11-03T10:34:00.000-08:00</published><updated>2006-11-03T10:38:19.810-08:00</updated><title type='text'>Artigo sobre consumos de revistas</title><content type='html'>Os dados do Bareme Imprensa indicam que os jornais e revistas de informação geral são os que os portugueses mais lêem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda vaga de 2006, o Bareme Imprensa contabilizou 5 407 mil residentes no Continente com 15 e mais anos que, no período de Abril a Junho de 2006, leram ou folhearam jornais ou revistas* de informação geral, o que representa 65.1% do universo em estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3243/4046/1600/1847.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3243/4046/320/1847.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preferência por este tipo de títulos é comum à maioria dos portugueses, mas há algumas excepções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os homens, os jovens entre os 15 e os 17 anos, os residentes no Litoral Norte e no Interior Norte, os trabalhadores qualificados e os estudantes preferem as publicações dedicadas a temas desportivos e automobilísticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As domésticas também constituem uma excepção, pois entre elas a preferência vai para a leitura de revistas femininas ou suplementos de jornais dedicados a temas femininos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os classificados são o segundo tema com maior cobertura máxima. No período em análise, 57.7% do universo leu ou folheou títulos sobre este tema, um valor próximo dos 57.5% obtidos pelos títulos de automóveis e desporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise mais detalhada por targets para as publicações dedicadas a estas três principais temáticas permite ainda outras conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cobertura máxima de publicações de temas de informação geral é maior junto dos quadros médios e superiores (94.0%) e dos indivíduos das classes alta (89.9%) e média alta (89.2%).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116257909980970688?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116257909980970688/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116257909980970688' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116257909980970688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116257909980970688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/artigo-sobre-consumos-de-revistas_03.html' title='Artigo sobre consumos de revistas'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116257611711342862</id><published>2006-11-03T09:46:00.000-08:00</published><updated>2006-11-03T09:48:37.123-08:00</updated><title type='text'>Caixa Fã</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8RsC75xQhsw"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8RsC75xQhsw" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116257611711342862?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116257611711342862/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116257611711342862' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116257611711342862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116257611711342862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/caixa-f.html' title='Caixa Fã'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116250416756424858</id><published>2006-11-02T13:48:00.000-08:00</published><updated>2006-11-02T13:49:27.573-08:00</updated><title type='text'>A DISTINÇÃO BANALIZADA? PERFIS SÓCIAS DOS PÚBLICOS DA CULTURA</title><content type='html'>O texto em análise procura dar alguma luz sobre os processos de constituição dos públicos de cultura, utilizando, para, tal, dados empíricos recolhidos em estudos do Observatório das Actividades culturais, sobre o festival Internacional de Teatro de Almada e o Porto 2001, Capital Europeia da Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização do método do inquérito para analisar as práticas culturais e os públicos da cultura, tanto ao nível nacional como internacional, ajuda-nos a compreender melhor determinados factores explicativos das práticas culturais: variáveis como a categoria socioprofissional, grupo ocupacional, nível de escolaridade, idade e sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Département dês Études de la Prospective (DEP), do Ministério da Cultura Francesa, têm vindo a desenvolver vários estudos no âmbito desta temática, tendo identificado mudanças significativas na sociedade francesa e sua relação com a cultura: constatou uma diversificação das práticas culturais e uma alteração na hierarquia das classificações artísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o próprio método do inquérito põe, por vezes, levantar alguns problemas, uma vez que a sua principal preocupação é a captação das fortes tendências, incidindo sobre as distinções sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma delimitação bastante importante dentro do campo dos públicos de cultura, é a segmentação quanto aos perfis sociais destes. Dentro desta tipificação, existem 2 vertentes de análise na segmentação dos públicos:&lt;br /&gt;Elaboração da tipologia dos públicos e praticantes culturais – para dar conta da heterogeneidade dos perfis de grupos sociais&lt;br /&gt;Identificação de diferentes combinatórias de práticas culturais – para compreender as diferentes relações com a cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opondo-se a perspectiva “legitimista” (a realização das práticas culturais é compreendida em função do seu valor distintivo), ganha cada vez mais força a progressiva relevância de uma perspectiva focada sobre o ecletismo das práticas culturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro desta perspectiva, um estudo do caso português, que ocorreu em seis das principais cidades do país, pôs em clara observação as transformações ao nível das formas de relação com a cultura e dos processos de formação do gosto.      Os protagonistas deste processo, são, no nosso país, os segmentos mais jovens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários estudos apontam a importância deste segmento: mais jovem, possuidores de capitais escolares elevados, que ainda revelam uma relação algo distante com a cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do estudo sobre o Porto 2001, cuja análise se baseou nos frequentadores de eventos da capital Europeia da Cultura, através de questionário, delinearam-se diversos tipos de públicos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Públicos Cultivados&lt;/strong&gt; – Onde se pode observar articulação entre recursos elevados e regularidade nas práticas sociais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Públicos Retraídos&lt;/strong&gt; – O oposto do público cultivado, em que se pode verificar o alargamento dos públicos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Públicos Displicentes&lt;/strong&gt; – Perfil menos concreto, recursos elevados que não se traduzem em práticas culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do Festival Internacional de teatro de Almada, foi também delimitada uma tipologia de públicos, mas de cariz diferente, uma vez que se trata de um evento regular: análise pretendeu avaliar a fidelização dos espectadores ao evento, desde os públicos incondicionais aos públicos estreantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conclusão, o método de inquérito é ainda um método que possui algumas limitações&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116250416756424858?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116250416756424858/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116250416756424858' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116250416756424858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116250416756424858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/distino-banalizada-perfis-scias-dos.html' title='A DISTINÇÃO BANALIZADA? PERFIS SÓCIAS DOS PÚBLICOS DA CULTURA'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116250195247681716</id><published>2006-11-02T13:06:00.000-08:00</published><updated>2006-11-02T13:12:32.486-08:00</updated><title type='text'>El consumo de las artes escénicas y musicales en España.Comportamientos, valores y estilos de vida de los consumidores.(2202)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O comportamento dos consumidores das artes cénicas e musicais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este capítulo revela-nos os resultados alcançados durante o processo de estimativa dos estilos de vida da população espanhola relativamente à sua frequência às artes cénicas e musicais. Sob um ponto de vista teórico, os consumidores espanhóis irão revelar os seus estilos de vida a partir de um padrão de assiduidade das artes cénicas e musicais. Este perfil de consumo permitir-nos-á atribuir a cada um dos consumidores espanhóis, uma classe de consumo. Desta forma, torna-se essencial conhecer os estilos de vida dos consumidores espanhóis, para se identificar as características dos seus interesses e os seus comportamentos consequentes, assim como a importância dos mesmos nas distribuições das suas vendas, pelo que se torna uma informação valiosa para as empresas produtoras e exibidoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Procedimento para obter os padrões de consumo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após variadas tentativas de outras metodologias, chegou-se á conclusão que a melhor seria uma metodologia de classificação baseada no conceito de classes latentes, cujos fundamentos teóricos foram desenvolvidos pelos sociólogos Lazerfeld e Henry (1968). Esta metedologia foi auxiliada pelo programa informático de Vermunt e Vermunt e Madigson (2000). Desta forma pretende-se estudar uma população que é formada por segmentos de consumidores na qual se pretende saber por quantos segmentos é composta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classes de consumidores espanhóis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cada classe de consumidor determina o seu estilo de vida e padrões de consumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consumidores esporádicos:&lt;/strong&gt; escasso consumo de produção cultural. Segmento de consumidor muito elevado, cerca de 83% da população espanhola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consumidores populares:&lt;/strong&gt; alto consumo de produtos populares como por exemplo o teatro e concertos de música pop. Representam 9% da população&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consumidores snobs:&lt;/strong&gt; representam 6% da população e demonstram alto consumo de produtos culturais (por exemplo musica clássica e teatro) e escasso consumo de produtos culturais&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Consumidores omnívoros:&lt;/strong&gt; são 2% da população e apresentam uma assistência a variados produtos culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste processo foram dadas como exemplo de artes cénicas e musicais: música clássica, ópera, opereta, dança/ballet, teatro, música pop, flamengo, folclore e jazz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Visualização das classes consumidoras:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi possível classificar o comportamento dos consumidores espanhóis no seu modelo de classificação. Recorreu-se, por isso, a um novo perfil, o de assistência ás artes cénicas e musicais ao invés do perfil de consumidor de classes. Este mede a probabilidade de pertencer a cada uma das classes de consumidores condicionada pela observação de um determinado acontecimento. Assim sendo, tenta-se com isto afirmar que, é mais comum a assitência das artes cénicas e musicais como o ballet/dança a ópera e a opereta, por parte da classe snob ou omnívora e que, por outro lado, as classes esporádicas e populares têm uma maior assistência de teatros, música pop, flamengo, folclore e jazz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem são os melhores clientes de cada uma das artes cénicas e musicais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui torna-se importante estudar a relevância que cada classe de consumidor tem para cada uma das artes cénicas ou musicais. Por conseguinte, pretendemos mostar a frequência da assitência nas diferentes manifestações culturais das classes de consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui segue-se a distribuição de compra de bilhetes para cada evento cultural, segundo cada tipo de consumidor:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teatro – consumidores esporádicos são os melhores clientes apesar da sua escassa probabilidade de assistência; por volume de vendas seguem-lhes os consumidores populares, de seguida os snobs e por último os omnívoros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música Pop – marcada por consumidores esporádicos e populares, depois os omnívoros e a ausência dos snobs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música flamenga e folclore – consumidores esporádicos e populares, de seguida os snobs (pelo folclore) e depois os omnívoros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jazz – consumidores populares e omnívoros são os melhores clientes, depois os esporádicos e por fim os snobs com praticamente nenhuma importância nas vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Perfil da venda de bilhetes por espectáculos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Música clássica – os consumidores mais importantes na vendas dos bilhetes são os snobs e omnívoros&lt;br /&gt;            Ópera – os mesmos consumidores&lt;br /&gt;            Opereta – consumidores snobs&lt;br /&gt;            Dança/ballet – omnívoros&lt;br /&gt;            Teatro – tendência popular (esporádicos e populares são os primeiros assistentes)&lt;br /&gt;            Música Pop – consumidores esporádicos e populares&lt;br /&gt;            Flamengo e folclore – populares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diferença das classes consumidoras na frequência da sua assistência:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez investigada a procura das artes cénicas e musicais para cada classe consumidora, abordaremos agora a sua frequência de assistência nas diferentes manifestações culturais. Como já foi referido anteriormente, esta análise permitirá averiguar a relação existente entre os padrões de consumo (estilos de vida) dos consumidores espanhóis e a frequência com que assistem a manifestações culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consumidores omnívoros&lt;/strong&gt;  têm valores elevados de assistência em óperas, ballet/dança e opereta e não muito grande em relação à música clássica e jazz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consumidores snobs&lt;/strong&gt;  têm valores médios de assistência a opereta, música clássica e ópera e menor a dança/ballet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consumidores populares&lt;/strong&gt;  grandes valores a produtos culturais populares e concertos de jazz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consumidores esporádicos&lt;/strong&gt;  caracterizam-se por não assistirem a nada ou por fazê-lo com pouquíssima frequência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116250195247681716?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116250195247681716/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116250195247681716' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116250195247681716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116250195247681716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/11/el-consumo-de-las-artes-escnicas-y.html' title='El consumo de las artes escénicas y musicales en España.Comportamientos, valores y estilos de vida de los consumidores.(2202)'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116234166986912595</id><published>2006-10-31T16:29:00.000-08:00</published><updated>2006-10-31T16:41:09.876-08:00</updated><title type='text'>Resumo do texto: Dinanicas concorrenciais no mercado televisivo português</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O estudo "Dinâmicas concorrenciais no mercado televisivo português", realizado por Gustavo Cardoso e Sandro Mendonça no período entre 1999 e 2006 teve como principal objectivo analisar as dinâmicas concorrenciais no mercado televisivo. Para alcançar este objectivo compara quotas de mercado, estima indicadores de concentração de mercado e de turbulência competitiva.  Ao longo do estudo podemos perceber claramente que nestes sete anos a TVI melhorou consideravelmente no seu "prime-time" e também no "share global", no entanto a RTP vai aperfeiçoando mecanismo para combater esta ameaça, observando-se agora uma maior disputa de território televisivo. Podemos assim concluir que os ultimos sete anos em Portugal têm sido a eterna disputa das audiências, ou seja um maior número de "share global". Esta luta desenvolve-se essencialmente entre SIC e TVI&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116234166986912595?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116234166986912595/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116234166986912595' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116234166986912595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116234166986912595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/resumo-do-texto-dinanicas.html' title='Resumo do texto: Dinanicas concorrenciais no mercado televisivo português'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116221118824220167</id><published>2006-10-30T03:56:00.000-08:00</published><updated>2006-10-30T04:26:28.253-08:00</updated><title type='text'>Os média eos seus públicos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O problema dos públicos é sem dúvida, algo muito controverso, havendo à volta deste assunto várias teorias. Para ajudar a clarificar este problema, começaremos por descrever os dois obstáculos à sua resolução, passando pela enumeração de algumas teorias e finalmente propor, um método que permita, por um lado explicar o problema e por outro perceber a lógica da sua interpretação. Quando o público é desconhecido poder-se-ão fazer leituras ilusórias acerca do seu conhecimento: 1º considerando que conhecendo-se o produto, se conhece o seu público; 2º confundindo o próprio vocábulo, quando se fala em público pode não se falar na sua totalidade, mas apenas no espaço comum a esse público. De acordo com algumas teorias, o público começa por ser algo que os media criaram, pois deixou de haver contacto directo, criando-se assim uma comunicação imaginária. Assim, desde o público de massas, dificilmente identificado ao público identificado, quer pelo seu nível social, quer económico, até ao público, intelectualmente activo, todos serão objecto de estudo. Para proceder a este estudo teremos de partir do problema central que é a interpretação. O objecto desta interpretação não pode ser limitativa, mas terá de ser percebida de uma forma mais abrangente, nomeadamente da sua apresentação em termos do espaço. Este espaço de apresentação pode ser polémico, com julgamentos mais ou menos legítimos mas que poderão ser discutíveis pois este espaço inicialmente não pertence a este público, essa situação verifica-se apenas na fase seguinte, quando o enunciado é avaliado. Nesta avaliação o público tem de o compreender antes de o poder apreciar, apreciação esta que pode ser inconscientemente, dissimulada ou mesmo inventada em função dos seus parâmetros sociais. Numa fase posterior a esta, resta apenas saber o que foi realmente compreendido. Por isso terão de se desencadear processos que vão no sentido de perceber cada uma das interpretações, pois cada estudo feito sobre determinado produto realça não uma, mas muitas interpretações, entrando no campo da gramática interpretativa, e não apenas no campo sociológico. O conhecimento destas gramáticas esclarece algumas das razões pelas quais os produtos dos media podem desencadear sentimentos tão diversos como a emoção e ou a obsessão dos públicos. Efectivamente o público interessa-se por aquilo que entra em consonância coma sua reabilitação, sendo necessário aprofundar as suas atitudes e reacções para perceber a sua lógica.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116221118824220167?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116221118824220167/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116221118824220167' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116221118824220167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116221118824220167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/os-mdia-eos-seus-pblicos.html' title='Os média eos seus públicos'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116214919375621699</id><published>2006-10-29T10:49:00.000-08:00</published><updated>2006-10-29T11:13:13.766-08:00</updated><title type='text'>Audiência como cidadão, cap 8</title><content type='html'>objectivos deste capítulo:&lt;br /&gt;-considerar os direitos das audiências como cidadãos em relação aos media&lt;br /&gt;-considerar os media como uma esfera pública&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma democracia funcionar correctamente, os cidadãos precisam de informação para basear os seus votos. O jornal tem uma grande importância e os jornalistas por vezes podem apresentar abuso de poder através de membros de governo actuando como o "4º estado".&lt;br /&gt;Segundo Graham Murdock, ter acesso à informação é apenas um processo de processamento dos "direitos culturais". A informação fornecida aos cidadãos deve ser o mais imparcial  e compreensivel possível, pois há várias maneiras de interpretar a informação. As audiências são fornecedoras e receptoras de imagens e ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.2 Informação e conheçimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As notícias, tanto pela televisão como pelo jornal, são a mais importante forma de transmitir informação e conheçimento.&lt;br /&gt;Ao contrário dos noticiários que tem a obrigação de serem imparciais, os jornais são livres de promoverem um partido, mas tendem a fazê-lo de uma maneira discreta. É importante que os leitores tenham consciência desta parcialidade, podendo perceber  a informação de que está a ser alvo. Nos media, os jornalistas podem sempre publicar ou aceder a histórias da sua concorrência&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116214919375621699?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116214919375621699/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116214919375621699' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116214919375621699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116214919375621699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/audincia-como-cidado-cap-8.html' title='Audiência como cidadão, cap 8'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116206718113656395</id><published>2006-10-28T12:40:00.000-07:00</published><updated>2006-10-28T13:26:21.146-07:00</updated><title type='text'>continuação do cap 7</title><content type='html'>- Todos os media estão interessados em vender ou promover alguma coisa.  A maior parte das vezes tentam influenciar o comportamento dos indivíduos e persuadi-los para consumir. Para tal, é necessário que o façam de forma distinta dos seus competidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A AIDA apresenta o mais conheçido modelo de persuasão: atenção; interesse; desejo e acção.&lt;br /&gt;1. A audiência tem que ter atenção ao produto&lt;br /&gt;2. Tem que atingir o seu interesse&lt;br /&gt;3. Tem que ser persuadidas que precisam aquele produto&lt;br /&gt;4. Este desejo tem que se tornar em acção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A sociedade do século 20 aumentou o desenvolvimento de novos produtos. A publicidade foi a chave para este sucesso. A publicidade dá ao comprador uma razão para comprá-lo e não a outro qualquer. No entanto, num mercado tão competitivo, quando um produto tem sucesso, é logo seguido pela concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Publicitários usam várias técnicas para persuadir como por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Muitos interesses estão predestinados, portanto, o sexo, desporto e os carros são propicios aos homens e por outro lado, os bebes, casamentos e moda já pertencem às mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com a chegada da televisão, os publicitários acharam melhor apelar as emoções da audiência. As imagens televisivas são mais fortes para provocar um apelo à emoção, o que dá uma maior importância à imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A classe média é o público-alvo da publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Audiência e programação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apartir de 1990, o número de canais aumentou, devido aos avanços tecnológicos da cabo, satélite e televisão digital. A internet vai ser o distribuidor dos programas televisivos mas não exactamente como conheçemos a televisão.&lt;br /&gt;Até aos anos 90, havia a tentativa de criar uma programação que atraisse uma audiência cedo e que os mante-se até tarde. Este público normalmente é considerado a familia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grupos sub-culturais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os adolescente são considerados um sub-grupo cultural, tendo os seus próprios hábitos e usando objectos "normais" para as suas próprias coisas. ex: os punks usam os pins de bébes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este capítulo abordou as muitas maneiras em que as audiências são caracterizadas, ajudando as instituições a entenderem os seus públicos-alvo podendo assim vender.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116206718113656395?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116206718113656395/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116206718113656395' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116206718113656395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116206718113656395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/continuao-do-cap-7.html' title='continuação do cap 7'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116203478361644866</id><published>2006-10-28T03:37:00.000-07:00</published><updated>2006-10-28T04:26:23.633-07:00</updated><title type='text'>Nick Lacey, "media institucional and audiences key concept in media studies". cap 7</title><content type='html'>&lt;strong&gt;CAP 7&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;objectivos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-ver como as audiências são classificadas&lt;br /&gt;-ver como os textos dos media podem persuadir as audiências&lt;br /&gt;-considerar como o agendamento pode atrair audiências&lt;br /&gt;-considerar sub-grupos culturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A televisão e radio não tem o luxo de saber por que audiência estão a ser vistos ou ouvidos. Nos anos 20, houve a preocupação de procurar se a audiência existia e quem era. As audiências tem que ser medidas e posteriormente, dividi-las por grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As audiências tem a escolha de ver os programas que desejarem, uma vez que há uma grande variedade dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.2&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Classificação da audiência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"makers"-Entusiastas que vivem numa convencional vida de familia.&lt;br /&gt;"strugglers"- Tendem a ser fieis aos seus programas favoritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;modos de consumo dos media:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-the couch potatoes- audiência passiva que ve um programa ou muda de canal entre dois canais.&lt;br /&gt;-os especialistas- veêm um tipo de programas&lt;br /&gt;-adeptos de comédias- veêm basicamente os programas cómicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicação dos publicitários a uma audiência jovem:&lt;br /&gt;Adeptos-admiram os seus pares&lt;br /&gt;Egoistas-procuram prazer&lt;br /&gt;Putitanos-pretendem sentir-se virtuosos&lt;br /&gt;Inovadores-querem deixar a sua marca&lt;br /&gt;Rebeldes-querem fazer do mundo a sua imagem&lt;br /&gt;Agrupados-apenas querem ser aceites&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As companhias não tem maneira de saber quem é o seu público-alvo a não ser que estabeleça uns certos parâmetros:&lt;br /&gt;-identificar quem é o alvo&lt;br /&gt;-saber o que o público-alvo compra&lt;br /&gt;-saber onde são as concentrações geográficas do público-alvo&lt;br /&gt;-identificar quem está mais apto para comunicar com o público-alvo&lt;br /&gt;-saber o que leva o público-alvo agir da maneira que o faz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se ter sempre em conta as áreas geográficas, ou seja, códigos postais, de modo a poder distribuir publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos modos mais comuns de definir a audiência na Inglaterra é através da classe social, ou seja, através da sua ocupação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo A- profissionais muito qualificados(médicos,advogados..)&lt;br /&gt;B-lojistas,agricultores,professores&lt;br /&gt;C1-trabalhadores manuais especializados, nível elevado&lt;br /&gt;C2-trabalhadores de nível mais baixo como canalizadores&lt;br /&gt;D-trabalhadores semi-especializados como condutores de autocarros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de definir as audiências  é  pelos seus valores, atitudes e pelo estilo de vida que teêm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116203478361644866?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116203478361644866/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116203478361644866' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116203478361644866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116203478361644866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/nick-lacey-media-institucional-and.html' title='Nick Lacey, &quot;media institucional and audiences key concept in media studies&quot;. cap 7'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116180696421549692</id><published>2006-10-25T12:58:00.000-07:00</published><updated>2006-10-25T13:09:24.226-07:00</updated><title type='text'>resumo da aula de publicos e audiências do dia 25 de outubro</title><content type='html'>Os hábitos de consumo diferem entre as gerações. Contudo, há hábitos iguais de consumo em todas as gerações. Há uma partilha de consumos culturais quando várias gerações vêem o mesmo programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gerações:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geração iniciática- Teve inicio com o surgimento da televisão em Portugal. O  entertenimento era misturado com a ditadura, mais ligada ao estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geração de transição- Começou após o 25 de Abril e deixou de ser tão ligada ao estado e ditadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geração multimédia- Apresenta uma maior e melhor liberdade em termos de conteúdos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os consumos televisivos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada geração vê televisão de um modo diferente. Este facto tem a ver com a idade, sexo e características sócio-demográficas. As três gerações vêem de maneira diferente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116180696421549692?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116180696421549692/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116180696421549692' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116180696421549692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116180696421549692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/resumo-da-aula-de-publicos-e-audincias.html' title='resumo da aula de publicos e audiências do dia 25 de outubro'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116144571611617861</id><published>2006-10-21T08:29:00.000-07:00</published><updated>2006-10-21T08:48:36.126-07:00</updated><title type='text'>Síntese da aula sobre públicos de cultura</title><content type='html'>Em Portugal os tuds sobre públicos de cultura são relativamente recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idalina Conde (1992)&lt;br /&gt;- Clientelas habituais - vão normalmente a acontecimentos, são pessoas atentas.&lt;br /&gt;- Públicos ganhos por estratégias de captação&lt;br /&gt;- Conjunto difuso de utentes/visitantes - nem são habituais nem conquistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rui Temo Gomes (2004)&lt;br /&gt;- Públicos cultivados - público especializado mais velho&lt;br /&gt;- Públicos retrídos - menos habilitações. Pode ou não consumir&lt;br /&gt;- Públicos displicentes - jovens de habilitações literárias elevadas, nível de decisão elevada com convivialidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;López e Garcia (2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Público esporádico&lt;br /&gt;-Público popular&lt;br /&gt;-Público snob&lt;br /&gt;-Público omnívoro - público que vai a tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idalina conde reconhece dois públicos:&lt;br /&gt;-Endo-domiciliar - indústrias culturais que se desemvolvem sobre o conceito de reprodutividade.&lt;br /&gt;-Exo-domiciliar - são práticas que se marcam fundamentalmente fora de casa. Servidas por artes que a representação é unica. São servidas por espectáculos ao vivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116144571611617861?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116144571611617861/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116144571611617861' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116144571611617861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116144571611617861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/sntese-da-aula-sobre-pblicos-de.html' title='Síntese da aula sobre públicos de cultura'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116144446899613646</id><published>2006-10-21T08:06:00.000-07:00</published><updated>2006-10-21T08:27:49.006-07:00</updated><title type='text'>Síntese da aula sobre públicos</title><content type='html'>O conceito de público foi renovado no século XVIII, segundo Habermas é um espaço público, localizado nos cafés, salões e eram mediados pelos jornais.&lt;br /&gt;Leitura dominante - está de acordo com o que é dito.&lt;br /&gt;Leitura oposta - está totalmenteem desacordo com o que é dito.&lt;br /&gt;Leitura negociada - aceita em parte o que é dito e rejeita a outra parte.&lt;br /&gt;Jean-Pierre Esquinazi sugere seis teorias principais na caracterização de públicos:&lt;br /&gt;1)Inquérito/audiência&lt;br /&gt;2)Obra&lt;br /&gt;3)Estratégias comerciais&lt;br /&gt;4)Estratificação e práticas culturais&lt;br /&gt;5)Configurações culturais&lt;br /&gt;6)Interacção e etnografia e quadros de participação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- A ideia é mensurar ou avaliar os públicos reais ou potenciais. Esta tem o problema de se centrar demasiado na média e esquecer as disparidades de consumo e os factores qualitativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Uma obra associa-se a um modelo de interpratação. A interpretação desenvolve-e a partir de directivas contidas no texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Distribui-se em duas grandes escolas de pensamento: o funcionalismo e a sociologia crítica das indústrias culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Há duas teorias debaixo desta designação: a teoria da legitimidade cultural e os Cultural Studies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Inclui-se um divisaõ de sexos, nacionalidades e culturas. Seis maneiras de aboradr a oferta cultural: ecletismo, rebeldia, conformismo, distanciamento, frustação e enraizamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- James Lull procurou conciliar o pensamento funcionalista e o contributo etnográfico. Interrogando as famílias sobre o papel atribuído à televisão , o autor mostra que elas associam dus funçoes essenciais: a televisão estrutura a vida familiar e a televisão tem umarelação vocacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116144446899613646?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116144446899613646/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116144446899613646' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116144446899613646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116144446899613646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/sntese-da-aula-sobre-pblicos.html' title='Síntese da aula sobre públicos'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116144316643378811</id><published>2006-10-21T07:45:00.000-07:00</published><updated>2006-10-21T08:06:06.443-07:00</updated><title type='text'>Síntese da aula sobre audiências</title><content type='html'>Em Portugal, a entidade que faz a medição das audiências é a Marktest. A título decuriosidade pode dizer-se que 2/3 do investimento publicitário é na televisão. Deve estabelecer-se a diferença entre públicos e audiências.&lt;br /&gt;Públicos - tem uma conotação política, significa participação.&lt;br /&gt;Audiência - atributo de consumo, assistência.&lt;br /&gt;Podemos então dizer que o estudo das audiências visa conhecer os públicos.&lt;br /&gt;O conceito de audiência cresceu na medida do aparecimento da televisão comercial.&lt;br /&gt;Para definiro conceito de audiência usam-se várias variáveis: idade, género, profissão, rendimento, alojamentos, entre outros.&lt;br /&gt;Logo no inicio do século XX foi necessário saber que audiência existia e onde estava, para isso dividiram-se au audiências em subgrupos. Na aula foram-nos propostas vários tipos de classificações:&lt;br /&gt;1) classificação através de profissões.&lt;br /&gt;2) definição de audiência em atitudes, valores e estilos de vida.&lt;br /&gt;3) Aplicação dos publicitários em termos de atitudes valores e estilos de vida a uma audiência jovem.&lt;br /&gt;4) Audiência com tribo&lt;br /&gt;5) Localização das audiências-alvo&lt;br /&gt;Foram também abordadas as quatro perspectivas de audiência para Denis McQuail:&lt;br /&gt;1-Grupo ou público&lt;br /&gt;2-Audiência como conjunto de gratificações&lt;br /&gt;3-Audiência de um meio&lt;br /&gt;4-Audiência definida por canal ouconteúdo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116144316643378811?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116144316643378811/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116144316643378811' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116144316643378811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116144316643378811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/sntese-da-aula-sobre-audincias.html' title='Síntese da aula sobre audiências'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36241341.post-116118347414806167</id><published>2006-10-18T07:40:00.000-07:00</published><updated>2006-10-18T07:57:54.156-07:00</updated><title type='text'>Síntese da aula sobre fãs</title><content type='html'>Todos nós somos fãs de alguma coisa, quer seja de uma pessoa, de uma música de um autor, entre outros. A palavra fã deriva da palavra inglesa fanatic ou da abreviatura fan. No entanto esta denominação é controversa pois tal como já foi dito todos nós somos fãs de algo e é claro que não somos todos fanáticos. Por isso é de bastante importância dividir o grupo fãs em subgrupos.&lt;br /&gt;Dentro dos fãs podemos encontrar:&lt;br /&gt;     1- Fãs passivos - este grupo é constituído por uma audiência moderada e solitária que apenas se limita a observar o seu objecto sem interagir com outros fãs. Ex: uma pessoa fã do Benfica que vê o jogo em sua casa.&lt;br /&gt;     2- Fãs activos - este grupo é constituido por uma audiência participativa ou seja não seja limita a observar mas também compram revistas, CDs, DVs que tenham a ver com o assunto.&lt;br /&gt;     3 - Fãs de culto - este grupo é bastante mais restrito que os anteriores. Além do que já foi referido, este tipo de fãs criam blogues, pesquisam na internet, entre outros.&lt;br /&gt;     4 - Fanáticos - este grupo é bastante reduzido onde a característica que predomina é a obsessão.&lt;br /&gt;Segundo John Fiske fã activo é aquele que produz, ou seja, existe uma ligação entre um bem cultural e a vida do fã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36241341-116118347414806167?l=cc1revistasfemininas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/feeds/116118347414806167/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36241341&amp;postID=116118347414806167' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116118347414806167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36241341/posts/default/116118347414806167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cc1revistasfemininas.blogspot.com/2006/10/sntese-da-aula-sobre-fs.html' title='Síntese da aula sobre fãs'/><author><name>cc1revistasfemininas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07366825442791910252</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
